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24 de junho de 2019

Fim do financiamento privado de campanhas muda perfil de candidatos eleitos


George Avelino, da FGV, e Daniel Hidalgo, do MIT, analisam temas pertinentes ao financiamento, como a transparência em torno da movimentação e distribuição de dinheiro nas campanhas

O Supremo Tribunal Federal (STF) proibiu em 2015 o financiamento eleitoral proveniente de fontes privadas, pondo um fim à relação entre partidos políticos e empresas doadoras. Após essa mudança, o sistema está passando por transformações que vão desde a redução das disparidades entre as candidaturas até a mudança no perfil dos políticos tradicionalmente eleitos. Essa é a avaliação feita por especialistas durante debate no canal UM BRASIL.

O professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) e coordenador do Centro de Política e Economia do Setor Público (Cepesp), George Avelino, e o professor do Massachusetts Institute of Technology (MIT) Daniel Hidalgo repercutem no debate o estudo “O poder do dinheiro nas campanhas eleitorais”, realizado pela FGV e pela Fundação Brava.

Avelino explica que a competição em nosso sistema eleitoral é muito restrita, mas a mudança no modo como as campanhas são financiadas trouxe uma melhora nesse aspecto, uma vez que a influência do dinheiro de origem privada não tem sido mais tão decisiva.
Confira a matéria completa aqui.

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